terça-feira, 15 de maio de 2018

AMIGO É COISA PRA SE GUARDAR...

Sempre reforço isso. Pessoas que participaram da minha história de vida devem continuar caminhando comigo até... Pois na noite de segunda fomos rever os primos Joelson e Ana. Ele comemorou 50 anos recentemente e, lamentavelmente, coincidiu com evento em Beli e não pudemos vir celebrar com ele.
Também queríamos conhecer a nova casa deles. Belíssima por sinal e fica no elegante "Alto dos Pinheiros".
Opa! A filha Raquel chegou para tirar a foto dos quatro primos. Joelson é bem mais novo do que eu, mas nem parece, em função da minha jovialidade, ou pelo seu desgaste. Ele é primo de Mirian em primeiro gráu e meu primo em segundo. Também é bisneto do Sebastião Gonçalves Martins, que dá nome à nossa praça em Beli.
Agora também com a prima Raquel, namorado e amiga. Todos da Igreja Metodista.
Fomos ver as obras na garagem, mas vimos foram essas obras de arte. Ele ama motos. Chupa Gilmar Assafrão!
O bom gosto nas comidinhas aqui é esperado. Isso porque eles trabalharam o dia todo. Ele, engenheiro, trabalha no Metrô de SP e ela é fonoaudióloga.
Os pais de Ana são de Passos-MG, próximo da Serra da Canastra, onde eles vão sempre.O queijo veio de lá nesse fim de semana. Veja essa caixa para fazer a cura do canastra.
Outra característica do primo é saber tudo de café. Vá acompanhando esse "globinho" de preparar um café especial.
Pó na parte superior e um pavio esquentando a água.
Prontinho!
Ele fez questão de visitar , recentemente, os principais cafés da Europa e Argentina.
Mas as minhas aventuras com carro em SP não param. Na despedida do casal o carro não ligou. Tentamos uma  chupeta com outro veículo e nada. O cabo não "vira" bateria de carro pequeno em uma pick-up. Mas o seguro de carros no Brasil é algo que funciona. Acionei a Zurich Assitência 24 horas e em 20 minutos chegou o socorro, de moto. Com o seu cabo, ligou na hora.
O profissionalismo de SP me encanta. Muito simpático e prestativo, Felipe me ofereceu uma bateria nova para compra, mas não tinha ali com ele. Ficou de voltar hoje, terça, à tarde, trazendo uma. Enquanto isso, por gentileza, temendo que o carro morresse no caminho de volta, embora isso seria pouco provável, ele deixou a bateria pequena comigo, sem necessidade de pagamento antecipado. Numa megalópole com SP, isso é muito legal.
A chateação do carro não tirou o brilho da noite.

Um comentário:

  1. Amigo Cléber !!!! Que belíssimas motos tem seu primo !!! As duas são duas preciosidades, em especial, a primeira, que trata-se de uma CB-400, fabricada no começo da década de 80, época em que reinava absoluta como sonho de consumo de todo motociclista, inclusive eu, que, apesar de ser um moleque de 14 anos na época, já "babava" vendo uma que meu vizinho tinha igual a essa...
    Grande abraço !!!

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