domingo, 4 de junho de 2017

UM BOM PROJETO DA EEPVF

A educação é um assunto palpitante, já que dela depende o desenvolvimento de um país, isso ninguém deixa de admitir, embora poucos governos apostem de fato  nisso.
Uma das discussões relaciona a eficiência da escola e o tempo de permanência dos alunos em seus espaços físicos. Não estou certo quanto a atualização desse dado mas, segundo o INEP-Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, a média diária de horas-aula das escolas públicas de Ensino Fundamental do Brasil é de 4,5 horas.  
A tendência é a de aumentar a cada tempo esse número embora  especialistas alertem que mais tempo na escola não significa necessariamente, uma aprendizagem de maior qualidade.
Pelo menos em termos de nosso distrito, aposto muito no Projeto Tempo Integral da nossa Escola Estadual Pedro Vicente de Freitas. É que não oferecemos por aqui, para os estudantes, opções culturais e de aprendizado, de cursos de línguas, informática, etc,  fora da escola. Estando lá, portanto, estão bem melhor.
E esse projeto é enriquecido com a motivação das professoras para dinamizarem e tornar agradável o dia da criança, de forma que a programação seja melhor do que o fundo de seu quintal ou sítio  e, principalmente, a rua. E elas buscam isso. Veja esse pic-nic que fizeram nessa sexta, no nosso campo de futebol. Fomos lá conferir.
Aqui a tradicional "queimada" ou "baleado" como chama na Bahia.
Vejam quem está dinamizando isso: Professoras Helena, Andrea e Denise.
Deve ser a outra equipe que vai entrar depois.
Tem as poses para sair no blog. 
Tem aqueles que só querem futebol. Estão disputando dupla, Na minha época tinha dupla de dois, de três e até dupla de um.
Espaço é o que não falta.

Grande Luan!
Mesmo não fazendo nada eles vão se socializando, sob supervisão. Isso também é importante.
Nessa foto, por exemplo, tem criança que mora na zona rural, com poucos coleguinhas por perto. 
E tem um lanche caprichado sendo preparado por essas duas.

As mães dessas crianças, certamente guardam muito respeito por essas profissionais. É o que se espera. Aliás, vou ser mais contundente: é o que se exige.

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