segunda-feira, 20 de março de 2017

VAMOS VOLTAR PRA JF PARA RETORNAR A BELI

Apesar de já ter sobrevoado Belisário com o drone do Zé Maria Muniz, editado pelo meu competente vizinho Alexon, vamos voltar lá em JF. O animal aqui falou que havia perdido as fotos com as tias Selma e Áurea, mas achei. Questão de incompetência.
Como falei, tivemos um agradável almoço no Manoel Honório mesmo, onde elas moram. 
Um figuraço o priminho Caleb. O moleque tem mais de 20 opções e escolhe essa bobagem de arroz, feijão, verdura, beterraba e tomate.. coisas que até fazem mal.
Sem querer despertar nenhum sentimento de perdição em você.
Bonitinha as três. Muitas histórias entre essas belisarienses.
Agora com Caleb.
Pé na estrada. Queria chegar a tempo da posse de Cristian na Academia Muriaeense de Letras, mas ir a Beli e voltar iria ficar puxado.
Será que aquelas nuvens vão nos trazer chuvas?
Já estamos em Muriaé. Mirian tem boas recordações do Belvedere, no alto da serra. Aqui seu pai "Dodô" trazia os filhos para passear, nas tardes de domingo, depois de fechar a sua padaria, em Muriaé.
Recentemente Silvan Alves fez matéria sobre esse abandono. 
Optamos pela estrada via Pirapanema.
Tá bonito aqui.
Já passamos por Rosário da limeira, e nada de chuvas. Um poeirão.

As nuvens estão mais densas aqui...
Beli a vista.
Mas tarde, a chuva veio e veio bonita. 
Muitas horas caindo água, hora de forma intensa, aquela que fecha o verão, e hora fina, como se inverno fosse.
Nosso quintal responde na hora.
Hoje, bem frio, fomos ver como anda o Rio Fumaça. No "banheiro" nada a registrar no rio.
Já para o lado da Serra do Brigadeiro...
O rio saiu do leito, mas ainda de forma respeitosa.
Vamos para o outro lado.
Vá matando saudades aí, você que está longe.
Vamos entrar ali.
Essa vai para Eduardo Brum, lá no Nordeste.
Aqui está dentro do leito, mas cheio.
Essas vão para Rita (Barbacena), Marquinhos (Teresópolis) e Farley (BH).
Os dois nasceram e moraram aqui, filhos de João e Mariinha Braga. Farley é neto.
Já estamos na estrada de Itamuri, depois da Escola Estadual.
Tá bonito o rio " Se arrastando que nem cobra pelo chão"

Tá bom! Vamos voltar.
Quem vem lá?
Sr. Cristóvão pôs o carro na estrada pra fazer compras "na rua". É um belo programa tomar um café de roça, em sua casa.
Já deve ter entregue o leite.
Pressa pra quê?

É isso aí. Se não tomar banho agora acabo desistindo. Tá frio. 

4 comentários:

  1. Muito chique a nossa terra ! E com as abençoadas "Águas de Março" vou dormir, que aqui no Rio chove ha 3 dias. Mas só chuvica, tipo Maju...

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  2. É. Ficou claro que aquele meu amigo, famoso meteorologista mineiro, equivocou-se mais uma vez. Segundo suas previsões, apresentadas em uma palestra em outubro (ou início de novembro), as chuvas de março seriam bem acima da média. Mesmo sem conhecer as medições, sabemos que isso não aconteceu. E sabemos também que chuvas fortes são favoráveis aos reservatórios de superfície mas pouco contribuem para o lençol d'água subterrâneo. Acho que a legislação ambiental é excessivamente zelosa quando exige autorização para se cortar uma árvore de eucalipto, porém, não é efetiva quando se trata de conservação das águas /manutenção da nascentes. EMBELISARIO temos um exemplo muito didático que é a bica do Zé Carneiro. Observem como a área de recarga está totalmente protegido por uma vegetação predominantemente herbácea. Esse é o caminho. Esse é um bom exemplo a ser imitado.

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  3. Prezado Cléber, eu invejo a sua capacidade de retirar informação, conhecimento e humor das coisas simples da região. Parabéns.
    Complementando as ideias do nosso amigo Dárcio Calais eu acrescentaria algo sobre o Rio Fumaça e sua bacia de pequenos afluentes. Eu creio que pode e deve ser implementado o recurso de retenção das águas através da construção de barragens consecutivas. Existem diversas planícies que estão sem aproveitamento agrícola que podem e devem ser remodeladas para retenção da água que a natureza manda para nós. Nessas retenções aquíferas poderiam ser plantadas as espécies que gostam da terra úmida como o arroz. Além disso a criação de pescado teria uma grande chance de ser aumentada na região, fomentando assim a prática da pesca pela população.
    Fica a proposta. Quem sabe o novo governo do município não possa ajudar no planejamento e implementação dessa iniciativa?

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  4. Declaro meu apoio integral e irrestrito à proposta do colega José Muniz. O sistema de barragens consecutivas (barraginhas) já é usado com sucesso, inclusive pelas empresas de reflorestamento do Norte de Minas. Trata-se de um sistema eficiente, de fácil execuçãoe, relativamente barato e acho que nem precisa de licenciamento ambiental.

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