segunda-feira, 6 de março de 2017

SOBRE AS VISITAS DO FIM DE SEMANA, D. NINA SE MANIFESTA


Que ótimo ver ai todos esses visitantes tão nossos! Vou aproveitar, sim, Cléber, para o Livro História de Belisário, 2º Tomo, que começa justamente com a atuação do Cel. Francisco Comes Campos, em Belisário.
Algumas fotos que você está fazendo aí com Nilza, Farley, Madalena e o marido, Regina e Mirian, todos do clã do grande Cel.,  serão preciosas para ilustrarmos esse período que é a História de todos nós, belisarienses. 
Que preciosa relíquia a caderneta do Coronel, com anotações da década de l940, provavelmente. No final da década de l930 a luz elétrica na usina do João Braga já teria começado a funcionar, em 1937, tivemos a nomeação da 1ª Profª formada, Dª Mª Amélia Meirelles Calais, em 1943, concluído o processo do desmembramento do distrito de Rosário da Limeira e instalação do Cartório, rede de esgoto e água encanada nas vias principais.
O Cel. Francisco Gomes Campos nunca residiu em Belisário, é considerado o nosso 1º Vereador - naquela época nomeado pelo Pres. da Câmara que era também prefeito de Muriaé. Exerceu a Vereança também por Itamuri, Limeira e Camargos (Pirapanema), ao mesmo tempo.
Era muito amigo do Cel. Luciano Alves Pereira de Belisário e do Cel. Domiciano Monteiro de Castro. Os 3 Coronéis tinham fazendas confrontantes. Minha prima, Mª Angélica, filha de Luciano Alves Pereira, falecida há muitos anos, que nasceu e viveu em Belisário até se casar, colaborou com o Prefeito Hélio Araújo, de Muriaé, na escolha dos nomes e colocação das placas das ruas e praças de Belisário. No Museu TIC-TAC, de Belisário, na pasta Documentos, estão os discursos em manuscrito, feitos por ela dando um resumo biográfico dos contemplados.


Quanto aos títulos de Coronel (em outros lugares tb. Capitão e Major) foram um resgate feito pelo então Presidente da República, Getúlio Vargas, em reconhecimento aos que se distinguiam 
no comércio, na agricultura ou na política. Muito interessante que é dessa época, e um pouco antes, a vinda de imigrantes italianos, para suprirem mão de obra na região que a cada dia aumentava a produção do café. Daí nossas famílias se misturarem com sobrenomes como Sigiliano, Schettini, Januzzi, e outros por ai.

Nina Campos

Comentário Meus:
  • Na foto acima D. Nina entrevista Tia Mariinha, em 13 de outubro de 2013, quando a visitamos, em Barbacena.
  • Abaixo, ela com a filha caçula Rita Braga, ex-diretora da Escola Estadual Pedro Vicente de Freitas, na mnesma data.
Agora com a sobrinha neta Mírian, em 23 de maio de 2014, quando a visitamos em Muriaé.
Nessa mesma data, com a nora Sônia Braga.
A gente percebe na vida que alguns  não procuram amigos e parentes em vida. Deixam pra fazê-los no enterro.  Isso é chato. Dia 5 de julho de 2015 estivemos no enterro de Tia Mariinha, em Muriaé.
À esquerda, Marquinhos Braga, natural de Belisário e filho de João Braga, quem D. Nina citou no seu texto e vai citar muito em seu  livro. Ao seu lado Tio Mário, irmão da falecida e também filho do Coronel Francisco Gomes Campos. É seguido do irmão "Tininho".
Mais registros históricos. Nesse dia conhecemos Nilza, que veio nos visitar nesse fim de semana, irmã de Marquinhos e Rita Braga. A seguir Maria Letícia e Regina, netas do Coronel e Mirian, bisneta. 

Não me prendo ao passado, mas também não admito ignorá-lo. 

2 comentários:

  1. Gostaria de ver nesse grupo acima também a nossa ex-diretora, Rita Braga. Quantas lutas empreendeu! Pela vinda do Ensino Médio, na política, pela Emancipação, etc. Era incansável. Se todos nós deixarmos em Belisário uma marca de ordem, cultura e progresso, como essa família do Cel. Francisco Gomes Campos, na nossa trajetória de vida, o lugar se tornará um paraíso para todas as gerações que por aqui viverem. E cada um no seu canto, construirá um BRASILSÃO.

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