quarta-feira, 15 de março de 2017

ATENDEU BEM BELISÁRIO...

... então vai pra telinha. Não é  assim que a gente faz? Pois nessa tarde de terça acompanhei o amigo Magelinha em Muriaé. Ele queria tratar de sua aposentadoria e deveria comparecer na Muriaé Previ, o fundo Previdenciário dos servidores da Prefeitura de Muriaé.
Ela estava meio tenso pedindo que eu o ajudasse nas dúvidas e encaminhamentos. Bobagem dele. Solange Baldanza dá um atendimento super claro e até mesmo carinhoso. Dispensa intermediários. Está tudo pronto para ele pendurar a chuteira. É questão de dias. Ela tem o apoio de Charlene, que é estagiária. Atendimento show!

De lá fomos para o RH da prefeitura. Mesma coisa, pessoal super simpático, com um ponto favorável a eles. Charlene, aí frente e que eu não conhecia, faz uma declaração de amor ao EMBELISARIO. Ai o meu ego leonino cresce astronomicamente. Está sempre lendo.
E o meu bom gosto em fotografar uma moça bonita logo se assanha. Ela é Thaylane.
Magela tem aqui um fã clube. Então vamos tirar uma foto geral. Mariza também foi muito atenciosa para com a gente.
De lá fomos a Miraí, para pegar uma encomenda. Amanhã eu mostro o que é. O que há de muito chique nessa cidade é a antiga estação ferroviária. Pela frente...
... e por trás. Esse ramal ferroviário não me é comum. Trabalhei no trecho de bitola larga e aqui ela era estreita.
Mas tem mais coisas bonitas por aqui. Templo da  Paróquia de Santo Antônio...
Muitas casarões muito bem preservados. Isso também mostra o desenvolvimento cultural de uma comunidade.
Muito chique, não?

Mas falar de Mirai sem citar o seu mais ilustre filho, é impossível. Tentei ir ao Museu Ataúlfo Alves, que soube estar muito bonito. Passava das 17 e estava fechado.
Segundo o wikipedia aos oito anos de idade Ataúlfo já escrevia versos. Foi  leiteiro, condutor de bois, carregador de malas, menino de recados, engraxate, marceneiro, lavrador. Aos dez anos, perdeu o pai e sua mãe passou a morar no centro de Mirai.
Aos dezoito anos mudou-se para o Rio acompanhando um médico para quem trabalhava  como ajudante de farmácia. Tocava violão, cavaquinho e bandolim.
Compôs mais de 320 músicas, interpretadas por Clara Nunes, Quarteto em Ci, MPB-4, e outros. Vamos citar algumas: Ai que Saudades da Amélia, Atire a Primeira Pedra, Laranja Madura, Mulata Assanhada e a inesquecível
Eu daria tudo que eu tivesse
Pra voltar aos dias de criança
Eu não sei pra que que a gente cresce
Se não sai da gente essa lembrança

Aos domingos, missa na matriz
Da cidadezinha onde eu nasci
Ai, meu Deus, eu era tão feliz
No meu pequenino Miraí

Que saudade da professorinha
Que me ensinou o beabá
Onde andará Mariazinha
Meu primeiro amor, onde andará?

Eu igual a toda meninada
Quanta travessura que eu fazia
Jogo de botões sobre a calçada
Eu era feliz e não sabia


Começamos num tema e fugimos para outro. Mas ficam dois méritos: o bom atendimento no Muriaé-Prev e no RH da prefeitura e a cultura de Mirai.

Amanhã, quarta, estaremos às 9 horas em Itamuri. Já falamos sobre isso. Depois mostro tudo.

Um comentário:

  1. Que bom rever pessoas queridas, algumas delas com quem convivi no tempo que trabalhei em Muriaé. Sol (Solange Baldanza), Cinara, Susu e Marisa. Pessoas especiais pra mim.

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