quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

INDO PARA A CAPITAL MAS JÁ VOLTANDO

Falei que iria mudar o tema, mas estou sem assunto. O jeito é registar a viagem de volta, com uma grande volta.
Nas últimas matérias falamos lá de JF, com os amigos Henrique e Denise. Pois estamos saindo de JF. Como dormimos em sítio, pra não perder o costume, tem estrada de terra e todas as características de roça pra chegar na BR. Tá lá na frente.
Vamos pegar a BR 040. Direção Belo Horizonte, onde o casal mora.
Serra da Mantiqueira, perto de Barbacena.
Beleza essa plantação de bananas.
Não posso passar perto de Lafaiete sem registrar a terra de meus filhos. Aqui tudo começou.
Deu pra pegar um pedacinho do trem de ferro.
Bela a Serra da Moeda. Já perto da capital.
A história de Minas, através do Palácio da Liberdade.
A história da arquitetura brasileira, através de Oscar Niemeyer. 
É referência na comida mineira em BH. mas ainda perde para o Xapuri. Lembrando que a família deste segundo tem um belo sítio aqui em Belisário.
Prédio histórico tem preferência. Está junto ao Palácio do Bispo.
Uma bela surpresa. Esta churrascaria pra mim é somente como pessoa jurídica. Mas os amigos nos ofereceram um almoço aqui. Se você souber que o restaurante faliu, pode saber que foi pela minha comilança no rodízio e nos frios, onde só comi salmão.
Isso é triste. Três placas de ALUGA-SE na frente e mais duas ao lado. Um baita sinal da crise.
Já a caminho da casa de Henrique e Dê. Será que me acostumaria novamente com essa zoeira de capital?
Já ficaram direitinho em casa, onde vão aguardar o conserto do carro que foi danificado pelo atropelamento do cachorro lá em Miradouro.
Vamos dormir em Venda Nova, na casa do irmão Clésio.
Já de volta pra casa, na manhã seguinte.
Imperdível fotos da Lagoa da Pampulha.
Casa do Baile, inaugurada em 1943. Obra de Oscar Niemeyer e Burle Marx.
Mais Niemeyer. Também inaugurada em 1943, a Igrejinha de São Francisco.  São cartões postais de BH e referências na arquitetura brasileira.
Aqui é Mineirão, aqui é GALO. Foi inaugurado em 1965. Aqui já chorei e já sofri. O importante é que emoções eu vivi. Gente isso dá uma música, não acham?
Por onde voltar? Tomei a decisão errada. Optei por Ouro Preto, para evitar radares da BR 040 até Lafaiete. Grande engano Eles estão implantados aos montes também nesse trecho, até Mariana. Como estou ficando escravo dos cofres públicos também no pagamento de multas, tento evitá-los, mas a extorsão é geral. Não dá mais para curtir uma viagem. Tem que ter duas pessoas fixadas nas placas de velocidade malucas e sem coerência.
Mais ferrovia.
Agora Vale do Rio Doce, ou apenas VALE.
Ponte Nova. Cidade feia. Só tem essas palmeiras de bonito. Desculpas aí, se você for daqui.
Já depois das 14 horas  paramos em Teixeiras pra almoçar. 
Uma homenagem de EMBELISARIO às sogras.


E outros quadros.

Mirian curte muito essa parada. Bem pertinho de Viçosa.
E por falar em Viçosa...
Muito bonito esse trecho perto de Ervália.
Rosário da Limeira...
Comunidade de São Jerônimo...
E estamos em casa.
 Até quando: só Deus sabe.

3 comentários:

  1. O "Relatório de Viagem" ficou muito bem ilustrado pelas fotos estratégicas. Quero reforçar o protesto do Senhor Blogueiro contra a excessiva presença de radares, muitos deles absolutamente desnecessários. Mesmo depois de Mariana há pelo menos mais 3 radares, 2 dos quais totalmente incompreensíveis. E ainda somos obrigados a conviver com demagogia governamental que se declara preocupada em preservar a segurança do cidadão. Tão abomináveis quanto os radares são os inúmeros quebra-molas, não raro, responsáveis por quilométricos acidentes de "engavetamento". Deve haver um Sindicato dos Caminhoneiros que poderia muito bem parar o país contra os quebra-molas. E agora ainda temos essa palhaçada de faróis acesos durante o dia. Não ficarei surpreso se alguma lei nos obrigar a ligar os faróis à noite. Parece que na visão dos governos, o proprietário de um veículo é simplesmente O CULPADO. A curtição de uma viagem fica muito prejudicada pelo permanente estresse de uma multa a qualquer momento. E ainda somos obrigados a ouvir que as multas são "educativas". Francamente! Custa-me segurar um palavrão.

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  2. Aos blogueiros itinerantes :
    Há diversos aplicativos "antiradar" pra serem baixados pros aparelhos celulares smartphone com sistema operacional Android ou iOS. Com a "indústria" das multas rodoviárias, estes aplicativos cibernéticos têm sido diversificado e popularizado. Há alguns que informam em áudio (com a antecedência devida) a aproximação do ponto. Se o pé não estiver muito pesado e o ouvido atento, a economia poderá ser realizada. Estes aplicativos são atualizados periodicamente, à vista dos investimentos da "indústria" citada que não pára de crescer.
    Para devidas informações, consulte através de um aplicativo de busca no próprio aparelho e baixe, se for o caso. Boa sorte!

    E.T.: se economizar nas multas, leve um "presentim" pra sogra!

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  3. Pois é: até quando ? Difícil prever.
    Mas, como dizem os franceses, " à quelque chose malleur est bon". Até que o imprevisto resultou em muita coisa boa, até pra nós...

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