quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

ALGUMAS COISAS IMPORTANTES PARA RESOLVER EM MURIAÉ

Belisário já tinha rodando em suas ruas Um Fiat Toro, do meu vizinho Elcinho. Agora tem mais este, modelo Luxe.

Um modelo utilitário 
Morre quando perde a aceleração num quebra a mola e aí  tem de descer um passageiro com a força de um toro pra empurrar.

Por falar em toro, digo, touro, é incrível como aumenta a pecuária na região.

Uma parada na subida da Serra. Dá pra ver algo diferente no chão?

Mas meus olhos de lince viram esse tatu andando pela beirada da estrada. Tocamos até ele entrar debaixo da cerca e sumir no pasto.
Uma agenda pra cumprir em Muriaé. Começando com um almoço com D. Nina e seu amigo Evandro, agora nosso amigo.
Ela acaba de receber da gráfica o livro, por ela escrito, sobre o Bairro do Rosário. Evandro fez o prefácio do livro.
D. Nina também queria visitar a Biblioteca Municipal, onde, ao lado de Rose, está assistindo o filme A LUTA, rodado em parte, aqui em Belisário. Mostramos isso na época.
Sobre o filme:

Na noite de sábado (16), O filme “A Luta”, dirigido por Bruno Bennec, foi premiado no Quarto Festival Ver e Fazer de Cinema em Cataguases. Melhor Atriz coadjuvante, melhor Fotografia, melhor Direção de Arte e melhor.
O filme foi gravado no feriado de Tiradentes e os palcos escolhidos foram os distritos de Pirapanema e Belisário. Assim, com o roteiro nas mãos e profissionais renomados na equipe de produção, o muriaeense, diretor e produtor Bruno Bennec, dirigiu o curta “A Luta”, que conta a história em torno de dois meninos, com a chegada do rádio no pequeno lugarejo, onde todos queriam ver a novidade e ouvir a luta de boxe entre Joe Louis x Max Schmelling.
A trama se passa em 1937, e dezenas de personagens se envolveram com a ficção, contando as aventuras de Tininho, seu amigo Mindinho e Zé do Zico.
Já na sua primeira apresentação, “A Luta” é premiado em Cataguases, em uma demonstração de qualidade da produção e dos artistas que participaram do filme. É Muriaé fazendo história na cultura regional.
http://www.interligadonline.com/site/2016/07/17/a-luta-de-bruno-bennec-e-destaque-em-festival-de-cataguases/
Esse é Renan, que faz no filme o papel de Tininho. Por coincidência, estava na na biblioteca.
Veja o Pico do Itajuru ao fundo.
Algumas cenas na Pousada Xapuri
Também teve cenas na Cachoeira do Nahor.
Uma passada no Memorial Municipal: "onde são guardados documentos permanentes, valiosos para elucidação dos fatos passados de nossa história. A documentação histórica do Arquivo corresponde aos cem primeiros anos de emancipação política e administrativa do município de Muriaé, abrangendo o período de 1855 a 1955".
(http://www.fundartemuriae.com.br/conteudo/conteudo.php?id=30)

Ela queria deixar um exemplar de seu livro com João Carlos Pereira Vargas, também escritor e muito ligado à cultura na cidade, como funcionário da FUNDARTE.
Fomos também na casa de Evandro, que apresentamos no início, para pegar 4 caixas de livros, doados para Belisário.
Às vezes essas doações representam livros velhos e inúteis, dos quais o proprietário quer se livrar, sem saber como. Mas, definitivamente, não é esse o caso. Dê uma olhada nesse pequeno exemplo. 
Livros em sua grande maioria, atualíssimos, que estiveram recentemente na lista de mais vendidos pelas livrarias.


Vamos discutir onde centralizá-los. Enquanto isso Mirian vai catalogá-los e vai emprestando para os que gostam de uma leitura por aqui. Ela sempre empresta livros pra Regina  Pimentel,  Raíla e Aninha. 

Belisário agradece a Evandro.

Um comentário:

  1. Evandro é muito especial. Ontem trabalhamos juntos, distribuindo livros contando com a paciência e entusiasmo dele e do motorista do taxi, por sinal de Belisário, sobrinho da Nia, Israel. Saiu de Belisário muito novo, com l3 anos, mas sempre conservou os laços de parentesco e de amizade com os belisarienses. O dia foi assim muito proveitoso. Neste momento já estou no Rio, tendo tido uma viagem com chuva e chegando aqui com uma hora de atraso, mas muito tranquila e segura, num ônibus vindo de Carangola, da Cia. Viação Rio Doce.
    Passado o fim do ano, em 2017, pretendo voltar a escrever. Dessa vez, sobre o que pesquisei ai e que minha família deixou sobre a História de Belisário. Vamos ver se consigo.

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