domingo, 23 de outubro de 2016

VAMOS CONHECER O CASTELO DE SÃO JORGE

A visita estava na programação. Vamos cumpri-la. Voltamos à região da Pombalina.  Você já sabe o motivo desse nome. Se negativo, dê uma voltadinha nas matérias. Tá lá em cima.
O conselho de André foi que subíssemos a pé. Se a gente tivesse feito isso talvez, não estivéssemos aqui pra contar a história. A subida é puxada. Pegamos esse micro-ônibus.
E já estamos lá.
Mirian não perde a chance de admirar coisas bonitas. Olha muito e compra pouco, graças a Deus.
Olha que lindo essas moças de papel machet.
Lá vou eu para essa bicha (fila). Com o Lisboa Card a gente não paga também aqui.
Aqui é uma mistura de cultura muçulmana e cultura cristã. Você viu uma imagem de S. Jorge, agora uma estátua de um guerreiro mouro.
Uma primeira vista de Lisboa, na direção do Rio Tejo.
Veja desde quando seres humanos frequentam esse local. 700 anos antes de Cristo. Para você se situar no tempo, isso corresponde à época do profetas Isaías , lá na Palestina.
Minha mulher fazendo graça com Manuel I, que foi rei de Portugal e Algarves, de 1496 a 1521. Eu lembro que minha professora, ainda no grupo escolar, gostava muito desse rei, chamado de “ O Venturoso”. Em Portugal vê-se que ele realmente foi muito usado. Deu prosseguimento às explorações marítimas, levando à descoberta do Brasil e do caminho marítimo para as índias. Tem estátuas para todo lado.
Pavão comendo junto com os turistas. São vários.
Veja que o castelo  é obra dos árabes, no século XI
Veja esse resumo que peguei do wikipedia:
O nome atual do Castelo de São Jorge está erguido em posição dominante sobre a mais alta colina do centro histórico e seu nome atual deriva da devoção do castelo a São Jorge, santo padroeiro dos cavaleiros e das Cruzadas, sendo esse nome dado por D. João I, no século XIV.
Ao longo do tempo o castelo, assim como as diversas estruturas militares de Lisboa, foi sendo remodelado, ao ponto de na primeira metade do século XX estar já em avançado estado de ruína. Na década de 1940 foram empreendidas monumentais obras de reconstrução, levantando-se grande parte dos muros e alteando-se muitas das torres, proporcionando aos visitantes uma das mais belas vistas sobre a cidade e o estuário do Rio Tejo. Ele recebe a visita de quase 1 milhão e meio de turistas por ano, principalmente estrangeiro.
A primitiva presença humana na área remonta à Idade do Ferro I, e as pesquisas arqueológicas trouxeram à luz testemunhos desde, pelo menos, o século VI a. C., sucessivamente por Fenícios, Gregos e Cartagineses Diante das invasões do Império pelos bárbaros, às quais a península não ficou imune, a cidade foi conquista pelos Suevos, sob o comando de Maldras, nos meados século V, e, poucos anos mais tarde, pelos Visigodos.
 Olha que beleza esse teto.
Vamos subir?
Fiquei no pé da muralha pra você ter noção da altura.
Mais vista de Lisboa
Linda essa castelã.
São muitas línguas faladas aqui. Parece a Torre de Babel. Muito alemão, muito francês, japonês... também forte presença de brasileiros.
Legal isso aqui. Somente 20 pessoas entram de cada vez nessa sala escura, onde Lisboa é projetada numa tela côncava, em tempo real. A guia vai mostrando a cidade e comentando  cada ponto  e voltando na história. É como se você estivesse realmente passeando pelas ruas.
Você conhece essa muçulmana?
Afinal, estamos em lua de mel. De vez em quando, alguém é chamado a tirar uma foto nossa.
Essa árvores deve ser da época dos muçulmanos,imagino eu.
Os artistas de rua dão um charme à Lisboa. Esse pianista é muito bom. Sempre tenho no bolso moedas para dar para eles. Merecem.
Isso a gente não conhece, pelo menos dessa forma.
Castanhas portuguesas assadas na brasa. A gente come no Natal, cozidas. Gostamos. Vendem isso para todo lado aqui.
Diferente esse arranjo.
Pra descer todo santo ajuda. Vamos a pé.
Minha caminhonete não passa ali. Tem um sinal que controla o trânsito.
O artista cantava Alcione  e me pediu pra dar uma palinha. 
Igreja de Santa Luzia.
Vamos almoçar. ainda na ladeira. Depois a gente fala mais.

2 comentários:

  1. Vibrante! Eu e Mariléa conseguimos escutar a 'palhinha' daqui... muito bacana ver a felicidade estampada em vocês. Continuem. Beijos, Renato e Mariléa.

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  2. Suas reportagens são fieis, alegres e retratam muito bem o estado de espírito seu e da Mirian, Já estamos aguardando a cidade do Porto. Quando estivemos em Portugal começamos por lá. Isso depois de belos trinta dias pelos 800 km do Caminho Francês. Não deixe de ver de perto a Estação Ferrovia e nem a ponte construída pelo nosso colega, o Eiffel. Vai mandando as reportagens, agora regadas pelo vinho do porto e o micro clima do D'Ouro, SimãOlga

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