quinta-feira, 27 de outubro de 2016

PARA ENCERRAR VAMOS CONHECER AVEIRO

No retorno de Porto, que esquecemos de citar, é a cidade do famoso Porto Futebol Clube.  Voltando para Lisboa, resolvemos entrar numa outra cidade, depois de ouvirmos muito  bem dela. Isso André não havia colocado na programação.
Ai está. Chama-se Aveiro.
Na entrada da cidade esse ginásio de desportos.
Estacionamos e conhecemos esse simpático grupo, de Fortaleza. Os seis alugaram uma casa, por dois meses, em Lisboa, e estão rodando pela Europa. Isso barateia demais um programa.
Como tudo que vimos em Portugal, tudo muito limpo e bem mantido.
Mirian lhe apresenta o canal. Aqui eles chamam, com um pouco de exagero, de Veneza de Portugal. 
Por esses canais há passeios de barco com turistas.
Joaquim, o guia muito  gozador, fazendo graça com minha mulher. 
Ele falava em francês para o grupo da frente da embarcação e Ricardo falava em português, para o nosso grupo. Vão nos apresentando tudo ao longo dos canais.
Brasileiros pra cá.
Esses canais tinham a navegação interrompida em determinadas épocas, em função da baixa da maré. Para sanar isso construíram aqui uma eclusa,mantendo sempre elevado o nível da água.
Debaixo daquele plástico há sal. Aqui é uma região salineira.
Vamos mudar de canal.
Muitas fotos.
Conversa vai, conversa vem, descobrimos que esses dois são meus colegas ferroviários, também engenheiros, porém da área de Mecânica, da Regional do Ceará, da extinta RFFSA. Isso nos aproximou ainda mais. O de boné ainda está na ativa, agora como todo poderoso Chefe de Gabinete do Reitor da Universidade Federal do Ceará.
Na esquerda Alípio, também Eng. Mecânico, porém não ferroviário, e Vanessa, depois o poderoso José Maria e Deíce e Bonifácio e a esposa Célida. Esperamos nos reencontrarmos um dia.
Vamos almoçar aqui.
Quer dizer, Mirian vai almoçar um bacalhau. Não estou bem do estômago e assim vou encarar uma sopa. Engraçado. Não estou comendo nada diferente nessa viagem e não sei o que me fez mal.
E já estamos com o pé na estrada, a caminho de Lisboa.
Muito pedágios. Tudo automático.
Outra curiosidade. Não sei se dá para ver a "biruta" no centro da ponte. Nas autopistas sempre tem esse equipamento, que marca a posição e dá uma ideia da força dos ventos. É questão de segurança. Como venta muito por aqui, os caminhões precisam de uma referência, na hora de entrar na ponte, onde é forte a ação do vento.
Veja aí os equipamentos de energia eólica, pra aproveitar esses ventos.
Agora uma "biruta" mais perto.
Para não correr risco a gente dirige bem devagar.
Mais curiosidade. Como disse anteriormente, não existe aquela de postos e restaurantes pra todo lado, dando insegurança de entrada e saída de veículos na pista.
Também aquela de ficar vendo preço nas placas, para ver onde abastecer mais barato. Essas placas fornecem os preços nos próximos 3 postos. Nesse caso os preços são iguais.
Vou abastecer.
Não tem como não comparar. No Brasil é comum motorista desonesto abastecer e dar partida, sem pagar, na frente do frentista. Pois aqui nem tem frentista. Você para longe do caixa, que fica dentro da loja, abastece e caminha até lá para efetuar o pagamento. Não se consegue imaginar isso no Brasil, onde a gente fala que os políticos é que são desonestos.
E estamos em Lisboa. Ai a estação geral dos comboios, ou trens.
E aqui o nosso hotel reservado.
Veja a estação à noite, quando saímos para comer algo e comprar algumas coisas como vinho e bacalhau, para levar. Aqui você pode comprar  um bom vinho por 8 reais e bacalhau excelente por 30 reais o quilo.
Esse estou levando pro meu cunhado. 
E já estamos aguardando o embarque para São Paulo.
Foi uma viagem maravilhosa. Sem qualquer contratempo, graças a Deus. 

2 comentários:

  1. E pensar que o Turismo demanda muita organização, planejamento e até adivinhar o que realmente
    agrada e vende. Depois da riqueza dos descobrimentos a Europa vende conhecimentos e beleza e vai
    sobrevivendo muito bem. Não fossem os desarranjos das guerras e terremotos... Nós aqui lutamos com o analfabetismo, a corrupção e despreparos administrativos. Quando tivermos a idade de Portugal, teremos mais pontos positivos a mostrar aos turistas, além das belezas naturais de hoje. Acho que ninguém duvida disso, pelo menos nós os otimistas e admiradores dos avanços que já tivemos. Falamos muito em diálogo. Mas não podemos esquecer que um bom diálogo tem que contemplar os dois lados: o a favor e o contra e analisar bem seus aspectos e efeitos a curto e a longo prazo. Muita discussão, quanto mais melhor, dentro de padrões civilizados.

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  2. Conheço Portugal de rápida passagem. Estava planejando voltar lá e passear por uns 3 ou 4 dias. Agora acho que já nem preciso mais. Ou será que ainda vale a pena...

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