domingo, 23 de outubro de 2016

NÓS NEM ESTAMOS MAIS EM LISBOA, MAS VOCÊ AINDA ESTÁ.

Caramba! Tenho um zilhão de coisas pra mostrar. Fiquei ontem sem poder acessar, mais por ignorância minha do que da rede do hotel. Não conseguia entrar na internet, por bloqueio no notebook. Peço mil desculpas a você, que afinal paga uma nota para a assinatura desse blog e assim nada tem a ver com os meus erros.
Muita coisa aconteceu, saímos de Lisboa sábado e estamos na cidade do Porto. Mas vamos voltar em Lisboa. Devagar você chega aqui. 
Abri o blog para ver onde paramos. Visitamos o Mosteiro dos Jerônimos, comemos pastel de Belém, o mais famoso de Lisboa, visitamos o Museu Nacional dos Coches, e pegamos um ônibus. Confere?
Sou extremamente observador, ainda mais fora do Brasil. Aqui percebi uma coisa com a qual sempre concordei. Somos extremamente protecionistas com umas bobagens e nos esquecemos de outras mais importantes. Sou radicalmente contra essas prioridades para idosos, de forma liberal, como se vê no Brasil. Eu, com 63 anos, posso viajar e dirigir pelo mundo, andar pra todo lado, mas na fila do banco passo na frente de uma dona de casa mais nova, que tem filhos pequenos e um fogão lhe esperando em casa. Atropelo a vez de uma pessoa que trabalha e estuda à noite, e aproveita a hora do almoço para correndo, ir a um caixa de banco ou supermercado.
Também posso pagar uma passagem internacional para a Europa, mas na hora de pegar um ônibus da Rodoviária para a Barra, em Muriaé, sou isento e esse custo vai ser rateado com pessoas de baixos salários, desempregadas, etc. Não pense você que a gratuidade do idoso é assumida pelo empresário de ônibus.
Aqui só existe prioridade para deficiente físico, gestante e pessoa com criança de colo. Esse senhor entrou e exigiu o lugar, que estava sendo ocupado por uma senhora de mais de 60 anos, já que o assento é reservado para ele, que usa bangala. Idoso para mim é quem tem mais de 75 anos.

Mas não quero tratar de polêmica. Vamos falar de Portugal, uma terra maravilhosa que está encantando a mim e a Mírian. As pessoas são de uma enorme gentileza. Informam tudo, logo se tornam amigas... Essa é Felipa, aliás, um lindo nome para mulher que no Brasil nunca vi usar.
Nos deu várias dicas de lugares aqui perto, vinhos bons e baratos para levar...
Essa foi uma das dicas dela.
Você vai ver que beleza. Adoro um mercadão.
Várias boxes com comidinhas gourmets. Não deu pra comer nada, depois dos pasteis de nata. Vocês sabe que a gente come muito pouco.
Portugal sempre teve  fama pelo azeite, vinhos e sardinhas. Vamos conhecer esse box.
Sardinhas em lata, das formas mais diversas. Vamos levar para conhecer.
André havia recomendado esse sorvete. Não estávamos encontrando e Felipa nos ensinou a chegar. Santa Felipa!
Já nem me lembro mais que igreja é essa.
Aqueles vinhos que se bebe ai no Brasil tipo Santa Helena, Santa Carolina, que ai custam mais de 30 reais, aqui se compra por  8 a 10 reais. Está vendo aí, por 1,39 / 1,99  Euros . Multiplica por 3,80 pra passar para Real.
Felipa recomendou Mula Velha, como um ótimo vinho. Em Coimbra achamos agora mesmo, em oferta, por 2 Euros. É mais barato tomar vinho do que Coca Cola.
Leite também é mais barato.
Vamos cortar  aqui. Já no metrô, retornando para o hotel.
Tem mais pra mostrar.

Um comentário:

  1. Já estávamos preocupados e ansiosos pela ausência da sequência dessas oportunas reportagens. Finalmente, restabeleceu-se. Por enquanto, tudo que você passou nos é familiar, pois já trilhamos estas estâncias. Entretanto, com seu humor, carinho e a inclusão da Filipa, na de hoje, a coisa ficou muito melhor. Não deixe dar outra pane na conexão. Ficar aqui na espera tornou-se angustiante, SimãOlga

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