domingo, 27 de maio de 2018

UM DOMINGO AGITADO EM JF

Um dia bem família. Vamos começar revendo pessoas que não víamos há algumas décadas.
Essa feira na Av. Brasil é curiosa. Do outro lado a feira convencional, de legumes, verduras, frutas...
Desse lado só rolo. Qualquer coisa velha que o cidadão pode precisar ele acha aqui. Tampas, vidros, molduras de quadros, eletrodomésticos funcionando ou não...
Que encontro  agradável com esses quatro primos! De óculos o belisariense Héber, com quem me encontro sempre. Julinho, ao meu lado, Lena e Beto na ponta, são irmãos. Quando vim estudar engenharia em JF morei num quarto no quintal da casa deles, no Bairro Granbery. Em contrapartida dava aulas particulares para eles, todos mais novos que eu, como se vê. São muitas histórias que hoje relembramos. Beto não podia rir, pois passou por uma séria operação por esses dias. Prometemos que não mais nos afastaremos. Aliás, marcamos um grande encontro da família de minha mãe, Souza Lima, que é a deles, para o dia 7 de setembro, aqui em JF. Já criamos a comissão organizadora e o grupo de zap.

Essa imagem é histórica.
Estação ferroviária de JF.
Muitos prédios antigos nessa praça.
Esse mais adiante.
Mais momentos de alegria. Fomos os primeiros a chegar, como sempre.
Viemos para o Bertu's Restaurante, na R. Santo Antônio. Cada espaço com o nome de um(a) escritor(a) mineiro(a). Adélia Prado, de Divinópolis.
Roberto Drumond, de BH.
Vários outros.
Renata com Vicente e Pedro.
Marina chegou dormindo.


E estamos todos juntos novamente: a família de Carlos Alberto e Mariza.
Pelo visto João, na cabeceira da mesa, vai pagar a conta.
Acordou a mocinha, agora com Tia Rê.
Os pratos principais são servidos em telhas.
Mas a sobremesa vamos comer no Shopping Alameda.
Lá no Alto dos Passos.
Longe de mim querer despertar vontade em você.

Mas a vida não para, como cantava Cazuza. Nova passada pela Rio Branco, já a tarde. Uma grande passeata de apoio aos caminhoneiros, com atos cívicos contra a corrupção. O verde-amarelo voltou às ruas. O povo está de saco cheio

Mais um encontro com familiares. Selma e Áurea são minhas primas e tias de Mirian. São netas de Sebastião Gonçalves Martins, que dá nome à praça onde moro e participou da organização urbana de Belisário, segundo D. Nina Campos. Ambas nasceram em Belisário.
Viu como nosso dia rende? Não gostamos de perder os elos com aqueles que fazem parte de nossa história de vida. Já lhe falei isso muitas vezes.

EM JF PARA UMA MISSÃO MUITO ESPECIAL

Nunca pegamos uma estrada tão tranquila, de Belisário a Juiz de Fora. Com a retensão dos caminhões e falta de gasolina, poucos carros foram para a pista. Como a nossa pick-up é díesel, abastecemos em Muriaé e partimos para Juiz de Fora.
Isso aqui nos é muito familiar. Para nós não precisava de indicação.
Esse é o motivo dessa viagem em tempos de tensão no país.
Entrando no sítio do cunhado Carlos Alberto. A Família Sigiliano nos espera.
Uma fotinha pra mandar para os filhos, que se identificam muito com isso aqui.

Lembrança gostosa. Aqui mesmo, nessas mesas, comemoramos, em 1995, os 15 anos da filha  Bianca.
Karla, a mãe da aniversariante, é extremamente habilidosa. Ela mesma faz tudo isso.
Agora a festa é de Giulia, sobrinha de Mírian.
Vamos vendo os convidados. Não sei quem é quem. Tem amigos da aniversariante de seu tempo de Granbery, do I. Federal, onde ela cursa Informática e principalmente da I Igreja Presbiteriana. Deve ter também do seu  grupo Contadores de História.
Esses são da I. Presbiteriana.
Tia Mirian abraça a sobrinha caçula, filha de Maurinho, o seu irmão caçula

Tem muitos filhos de sobrinhos para revermos e até para conhecermos. E nem estão todos aqui. Marina no colo de Natália, e Aline na ponta.
O Vô Eloy com Arthur, filho de Taís. Vou dando os nomes para os familiares de longe, que também não conhecem todos.
Renata chega com Vicente. Esse nós não conhecíamos.
Elisa é a mais velha de Aline. 
Olha Aline aí, com Davi.

João é filho de Natália, mas essa é Tia Renata.Tudo bem, eu sei que está muito confuso. No próximos encontros vou exigir que cada mãe pegue o seu próprio filho na hora da foto. Isso complioca o meu trabalho.
Vitinho, por exemplo, é tio do Vicente. O pai é o doutor Pedro, que vai aparecer daqui a pouco.

Só gente bonita. Os poucos Sigilianos que nasceram feios morreram no parto.

Os convidados vão chegando e o frio apertando. 
Mateus é fotógrafo "profissa". Vai fazer o book da irmã.
Um zoom na Vó Mariza.
Olha que fofura!
Amigos da Igreja.
Mais Sigilianos e agregados. Camila, mulher de Vitinho, Pedro de Renata e Tiago, de Natália. O mais simples desse grupo tem doutorado em Harvard.
A lua já está no alto. A festa começou às 15 horas, pelo menos para nós.
"Parinho" é amigo de longas datas e o Reverendo Eloy é pastor da I Igreja Presbiteriana, na casa de quem nos hospedamos.
Por falar nisso, vai começar um culto de gratidão pela vida de Giulia. Esse trio apresenta alguns cânticos.
Grande Miranda! Grandes amigos!
Jefinho, também pastor da I. Presbiteriana e genro de Eloy, trouxe a reflexão, com base nos Salmos 144.
"Bendito seja o SENHOR, minha rocha, ... ,benignidade e fortaleza minha... A ti, ó Deus, cantarei um cântico novo; com o saltério e instrumento de dez cordas te cantarei louvores... Livra-me, e tira-me das mãos dos filhos estranhos, cuja boca fala vaidade, e a sua mão direita é a destra de iniquidade,
Para que nossos filhos sejam como plantas crescidas na sua mocidade; para que as nossas filhas sejam como pedras de esquina lavradas à moda de palácio."

Ela destaca que Giulia é essa pedra especial que o Rei Davi pede para as famílias e enaltece as suas virtudes.
Maurinho trouxe uma bela palavra de gratidão a Deus pela sua família e declara que Giulia veio para ser a cereja do bolo, que estava faltando.
Hora de cantar parabéns.
E de apagar a velinha.
Muita gente ao fundo, sem que o flash os alcance.
Uma belíssima festa. Ainda faltou Miriane com seus filhos. Ela não tinha gasolina pra vir.