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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

UMA BOA NOTÍCIA

AQUILO É UM VESPEIRO

Alguém já lhe falou para se afastar de algum grupo ou família sob a alegação de que : "aquilo é um VESPEIRO"?  Pois é, não se deve mexer em VESPEIRO sob o risco de ser atacado após  as vespas se sentirem ameaçadas.

Numa pesquisa nos dicionários modernos a gente pode ler sobre VESPEIRO:

"Comunidade ou morada de marimbondo, vespas, também se entende por vespeiro local ou comunidade de seres que de alguma forma representa problemas ou riscos para os demais a sua volta."

"Vespeiro é como um ninho de cobras, ambiente carregado negativamente."

Mas a casa de D. Luzia definitivamente não é um vespeiro. Lá cresceu, sim, esse vespeiro e o seu filho Zé Maria mandou a foto para publicarmos do blog.

Acima de tudo é uma bela obra de engenharia.


O HOMEM-DE-LA- MANCHA

Uma noite memorável. Assisti o musical em 1974, no Rio de Janeiro, mas já havia esquecido de quase tudo. Ontem pudemos voltar a curtir esse clássico. 

"Na Broadway, o musical foi apresentado pela primeira vez em 1965, teve 2.329 apresentações tornando-se um dos mais vistos espetáculos de teatro musical, e uma das escolhas mais populares das companhias teatrais."
 (http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Homem_de_La_Mancha)
Eu sou Dom Quixote, senhor de La Mancha e o meu destino é lutar / Pois quem não se aventura com fé e ternura, não pode o mundo mudar.”


"A adaptação vai trabalhar com duas linhas narrativas, a primeira é um hospício onde os internos seguem as ordens de outro louco intitulado como governador. Nesse ambiente conhecemos Miguel de Cervantes (autor da obra Dom Quixote), que acaba de ser enviado para o hospício, por enfrentar a Igreja, e como regra do lugar vai passar por um julgamento em que o juiz será o governador. Ele é acusado de ser um idealista, e como defesa irá contar uma história, uma peça de teatro em que todos os outros loucos e funcionários do hospício poderão atuar também". 

"Nesse momento Cervantes começa a história de um fidalgo que após longos momentos de solidão e leituras de história de cavalaria, enlouqueceu e começou a acreditar ser Dom Quixote de La Mancha, um cavaleiro. Com seu escudeiro Sancho Pança, Dom Quixote irá viver aventuras e ver o mundo totalmente do seu jeito, lutando contra moinhos de vento que para ele são gigantes." 
"Hospedando-se em uma hospedaria, que julga ser um castelo, se apaixona por Aldonza, funcionaria da hospedaria e prostituta, mas que para o cavaleiro era Dulcineia, moça de enorme formosura e virtude."
(http://vintecincodevaneios.blogspot.com.br/2014/11/teatro-o-homem-de-la-mancha.html)

As falas dos atores são intercaladas com belíssimas músicas, cantadas pelo grupo dentro do contexto. É um maravilhoso coral. Na primeira montagem do espetáculo, aqui no Brasil, elas foram versões do original feitas por Chico Buarque. São diferentes nessa nova apresentação. Essa é a principal do musical. Leia e reflita a letra.

Sonhar mais um sonho impossível,
Vencer o inimigo cruel,
Clamar com a voz da justiça
Manter da balança o fiel.
Saber conceder o perdão
Amar e exibir seu trofeu
Voar com as asas cortadas
Chegar às estrelas do céu!
Minha missão é correr atrás
Dos sonhos desfeitos que não voltam mais
Viver na ilusão de um mundo melhor
E disposto a sacrificar-se com fé e amor!
E eu sei, quando enfim eu me for, já cumprida a minha missão
Vai calar-se sereno e fiel esse meu coração.
E o mundo então vai saber
Que um homem cumpriu seu papel
Lutou com bravura e coragem
Chegou às estrelas do céu.
Todas as fotos acima foram retiradas da internet.

Essa torre é quase um símbolo da Paulista. Agora é comer uma coisinha, antes de voltarmos para a casa de Bia.
Isso é somente para mostrar a gravíssima situação em que São Paulo se encontra, em função da falta de água.
               
A garçonete pede desculpas pelos copos descartáveis. Não tem água para lavar vasilhas. Um rapaz que esteve trabalhando com ar condicionado, aqui no apê de Bia, me falou ontem que está voltando para a sua terra, Andrelândia-MG, por causa disso. Muitos estão fazendo o mesmo. Fábricas e comércios estão fechando.

Tiago voltou ainda pela manhã da sua empresa. Falta de energia. Ele veio trabalhar em casa, pela internet. Semana passada foram 36 horas sem ela.  
Não sei onde isso vai chegar.
Hoje quando ia pegar o trem, vi essa cena. A criança reclamou fome com a mãe, que pediu para ela esperar chegar em casa. Jéssica, que não conhecia o pessoal,  ouviu isso e imediatamente abriu o saco de batata e ofereceu para a criança.
Em pequenos gestos a gente percebe Homens e Mulheres de La Mancha, que reproduzem a bondade de Dom quixote, e acreditam ser possível Viver na ilusão de um mundo melhor / E disposto a sacrificar-se com fé e amor!
Precisamos ter ações e fé, nesse sentido.



DISPUTANDO INGRESSOS

De novo na Paulista, no mesmo endereço da Exposição de Leonardo da Vinci, na sede do SESI -SP, mas agora por um outro motivo
O ambiente por aqui começa a esquentar. Vai haver nova manifestação contra o aumento das passagens do transporte público.
Grandes grupos se deslocam para a concentração do protesto. O trânsito ainda não está fechado.
Cheguei 40 minutos antes do início da distribuição de 50 ingressos no Teatro SESI. As reservas pela internet já se esgotaram por toda a temporada. A cada dia, a partir das 13 horas são distribuídas essa pequena quantidade. Já há um grupo razoável por aqui. Como cada um pega até 2 ingresso, fico em dúvida. Será que vai dar pra mim?
Olhem o que pretendemos  assistir hoje à noite:

Ter mais de 60 anos tem as suas vantagens. Apenas essas três "jovens" na fila preferencial.  O jornal marca o meu lugar. Sou o  quarto.
Queria mais ingressos para os filhos. Como somente poderia pegar dois, pedi a  "Tuca", essa simpática moça, que pegasse mais um, já que ela somente precisaria de um. A fila dela, que é jovem, estava maior. 
Em um outro recurso pedi a essa gaúcha, à dir. da foto, que também fiquei conhecendo na fila, para que também pegasse um para mim. O sobrenome dela  é "Maranhão". Ao seu lado Maria, mãe de Tuca. Todo mundo vira amigo numa fila.
Peguei meus dois, mais um de Tuca e um da gaúcha. Show! Esqueci de falar que esse espetáculo é gratuito. A FIESP, SESI e SENAI  investem muito em cultura e educação nesse país. Como são entidades privadas, fazem isso com muito eficiência.
Resolvido essa parte, de volta ao Metrô, que apesar de ser público, é muito eficiente,  voltei para o centro, registrando as curiosidades que por ali acontecem.  Tem de tudo.
O Viaduto do Chá se transforma num camelódromo.
As vistas são belíssimas.
A Igreja de Santa Efigênia também.
Já são 14 horas. Nem precisa de almoço. Esse "sanduba"se chama "mineiro". Beleza! Em Minas a gente come "paulista recheado"...
Já falei que adoro isso aqui. A famosa Rua Sta Efigênia
Também já revelei a minha tara por cabos, caixas de som, microfones...
Vários quarteirões somente disso, e outros eletrônicos mais.
De volta ao Viaduto do Chá uma correria. Os ambulantes estão recolhendo tudo porque o "rapa" está se aproximando. E aí? É justo impedir que essas pessoas trabalhem honestamente com suas vendas, correndo o risco de verem o material que adquiriam com o suor do rosto serem apreendidos? 

Mas é justo a concorrência deles com os lojistas que regularizados pagam seus impostos e encargos trabalhistas? Você faz o julgamento.
Dentre eles muitos sul americanos, bolivianos, paraguaios... que para aqui vêm, para buscarem uma vida melhor, muitas vezes passando por enormes dificuldades?  É justo impedir essa gente de ter um lugar ao sol brasileiro e impedir que aqui trabalhem honestamente?
Por outro lado, é justo trazer mais povos estrangeiros para disputarem o mercado de trabalho com brasileiros, principalmente do Norte e Nordeste do país, onde também vivem miseravelmente? Deixo contigo também essa questão. É complicado administrar uma grande cidade como SP, RJ, BH, Salvador...não é?
Aí está a repressão. A área fica limpa de camelôs.
Por  pouco tempo. Logo os ambulantes retornam para seus postos. É uma permanente briga de gato e rato.
Outra visada de cima do Viaduto.
Esse grupo de gringos americanos está interessado em alguma coisa por aqui.
Aqui pego de volta o Metrô. Também é linda essa igreja, onde há missas com Canto Gregoriano. Ainda não assisti, mas sei que é lindo.
Mas o que vim fazer aqui nem falei: consertar o GPS. O profissionalismo em SP é fantástico.  Em 40 minutos estava pronto. Economizei 200,00 por não precisar comprar outro.

Agora é ir para casa de Bia, para concentrar para a noite, que promete.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

AS FÉRIAS ESTÃO ACABANDO

Luisa continua na mesma  escola, mas Léo vai para uma outra, um pouco mais longe de sua casa. Para não chegar lá igual a um "Mané", na segunda, fomos levá-lo para conhecer seu novo espaço. Com um detalhe: seu primeiro dia lá coincidirá com o dia de seu aniversário de 3 anos.


Tudo é novidade pro baixinho.

E já está em sua salinha.
Conheceu sua professora Soraia.
Muito carinhosa. 
Tem de dominar cada pedaço.
Sem perder a elegância.

Temos um compromisso bem interessante lá em Osasco. A foto para reforçar o que já disse quanto a arborização da cidade da São Paulo.
Aqui estamos dentro do Campus da PUC, paralelo à Marginal Pinheiros.
E cá estamos, na casa da amiga Nora, tia do genro Tiago. Fomos convidados para um almoço...
... e a garotada, para um banho de piscina, com direito a almoço.
Também na companhia da filha Luisa, que acaba de concluir seu Mestrado em Línguas, em Paris. Um show de garota. O seu pai, Dr. Pedro, está trabalhando. Afinal, alguém tem de pagar esse lauto almoço.
Um agradável dia. Nora jura que vai conhecer Belisário. Você acredita?
A família vai ler essa matéria lá em Salvador e até na Holanda, de onde Mila acompanha EMBELISARIO.