quarta-feira, 23 de agosto de 2017

DEZESSEIS ANOS ATRÁS

A foto foi tirada em junho de 2001. Ele me foi encaminhada, lá de Lagoa Santa, pelo primo Saulo Martins, que esteve aqui há pouco tempo, para rever a sua terra natal.
Como se constata, junho e julho são meses de seca. O pasto perde a coloração verde nessa época. Também se constata que a pecuária já vem a algum tempo substituindo a agricultura por aqui. Dificuldades de mão de obra, politica de preços...
Essas fotos são minhas, tiradas de outro local bem mais baixo, na caixa d'água no terreno de Lindim, em 2013.
Veja como o verde estava mais evidente. Certamente que em época de chuvas.
Os pastos estão viçosos.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

VIVA LEVE

Eu sempre lhe mostro torresmo, lasanha, hambúrguer, churrasco... mas estou com a consciência pesada. Quero me redimir. 
Para isso fomos ontem num lugar muito legal, lá em Muriaé. 
Essa "ruinha" é um charme. Entramos aí, no VIVA LEVE.
Tivemos um atendimento VIP, pela proprietária Carla. 

Ela é nutricionista e passa uma confiança fortíssima em suas explicações. Falou-nos que seus produtos são exclusivos, feitos ali mesmo. Não têm glúten, alguns são produzidos para os que têm  intolerância à  lactose, ou para pessoas com dieta com restrição de carboidratos. 
São adoçados com xilitol (...  um adoçante natural encontrado nas fibras de muitos vegetais, incluindo milho, framboesa, ameixa, entre outros, e que também pode ser extraído de alguns tipos de cogumelos, segundo o wikipedia). Carla nos falou que ele também  usada o açúcar de coco, extraído da flor da palmeira do coco sendo produtos que podem ser consumido até por diabéticos.
Outra coisa muitíssimo importante: Carla é filha de Lucimar, do Restaurante Colher de Pau, a melhor comida a quilo de Muriaé, na avaliação de Mirian e neta do Coronel Manduca, nosso querido amigo aqui da Varginha.
Vá vendo as nossas fotos que tiramos lá:
Compramos este e gostamos muito.


Também compramos essa sobremesa. Maravilhosa.
Catamos do face essas fotos que seguem abaixo: 

Veja o que eles oferecem:

E ai seguem os contatos.
Viu como eu penso em sua saúde? Olha aí doutor Dárcio! Quando vier em Muriaé traga um isopor e leve para BH.

OS NOSSOS ARTISTAS BRILHARAM

Festival Estudantil de Música de Muriaé: resgate da história musical dos festivais e oportunidade aos jovens talentos.

Aconteceu na última sexta-feira (18) a finalíssima do Festival Estudantil de Música de Muriaé com apresentação de 10 alunos interpretando músicas autorais e representando escolas estaduais, municipais e particular. O Prêmio de Melhor Letra foi para Gabriel Cerqueira e Esmeralda Dias com a música "Pesadelos", representando a Escola Estadual Pedro Vicente de Freitas, de Belisário. 

OS FINALISTAS DO FESTIVAL EM ORDEM DE APRESENTAÇÃO: 
Angélica Maria Costa O. Prado (Escola Municipal Joaquim Ribeiro de Carvalho) - "Deus de Amor"; 
Edmara Durães Pinheiro (Escola Municipal Professora Elza Rogério) - "Eu te Falei";
Gustavo Antônio da Silva (Escola Estadual Doutor Olavo Tostes) - "Você é o Sentido da Minha Vida"; 
Leonã de Oliveira Corrêa (Escola Estadual Engenheiro Orlando Flores) - "Linda"; 
Maria Luiza Anacleto Paiva (Escola Estadual Padre Maximino Benassati) - "Nada se Respeita, Tudo se Respeita"; 
Maria Luiza Morais Mansur (Colégio Equipe) - "Futuro Certo". 
João Victor Lopes Banni (Escola Municipal Cândido Portinari) - "Trem Maldito"
Gabriela Angelina Limonge (Escola Estadual Antônio Viçoso Magalhães) - "Vida"; 
Gabriel Cerqueira e Esmeralda Dias (Escola Estadual Pedro Vicente de Freitas) - "Pesadelos"; 
Luiz Felipe Soares Xavier (Escola Estadual Professor Orlando de Lima Faria) - "Fatos e Relatos"; 

Parabéns aos nossos artistas: Gabriel, Esmeralda e Fabrício!

A DIREÇÃO DA EEPVF

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

CHEGAMOS EM CASA

Domingo pela manhã saímos de Venda Nova-BH, da casa de Clésio/Júnia. O problema de empoeiramento de malas na estrada Itamuri-Belisário foi solucionado pelo filhos, em meu último aniversário. Nesse bolsão de lona colocam-se as duas malas e bolsas. Cabe tudo.
Nem vou lhe mostrar a Lagoa da Pampulha de novo. Você está cansado de ver isso.
Gosto de BH. Boa parte de minha vida foi passada aqui. Essa Avenida Antônio Carlos me levou e trouxe para aulas no Colégio Batista Mineiro, centro da cidade, jogos no Mineirão...
Já na BR 040. Sempre lembro de Gilmar Assafrão quando passa uma moto. Deve ser um belo programa de domingo, não com a mão nessa posição, ou quem sabe, não na minha idade. Iria chegar no destino andando igual a um robô. As mãos nunca mais voltariam pro lugar.
Na minha próxima vinda ao Museu Contemporâneo de Inhotim gostaria de entrar por aqui, pela Serra do Rola Moça, e não pela Fernão Dias, via Brumadinho, como lhe mostrei.
Vamos entrar aqui, em Conselheiro Lafaiete.
Vimos e estivemos envolvidos na construção desse viaduto, quando aqui éramos engenheiro da RFFSA. A ferrovia fechava a cidade antes de sua construção.
Muita emoção. A estação e no final daqueles carros, à esquerda,  o meu escritório, onde minha vida profissional começou. Eita! Pra chegar hoje em Belisário passei por muitos lugares, enfrentei muitos desafios. A vida é assim, exceto para os filhos de herança.
Viemos rever estes amigos. Gerson, Luíza e filhos, agora também os netos. Ela estudou Psicologia com Mirian em JF e a recebeu como colega de profissão em sua clínica, quando nos casamos, em 1978.
Gérson é amigo/irmão de maçonaria. Os filhos nossos sobrinhos, trabalham em BH, mas sendo fim de semana, vieram ver os pais.

Já almoçamos, comemos sobremesa e agora conversa fiada.
Dr. Fabrício é médico Psiquiatra. Uma generosidade em pessoa, dotado de muita espiritualidade em sua caminhada Kardecista. Aplica isso em sua profissão.
"Mel"adora Belisário. Quer voltar logo.
Alberto também que voltar na Cachoeira do Nahor.

Doutora Ana Flávia, é médica oftalmologista. Também mora em nosso coração. Menina de ouro.
Samuel acordou. Ainda não veio aqui. Quer conhecer.
Que pena! A segunda visita era para os amigos Cerqueira e Clélia. Não combinamos nada e demos com a cara na porta. 
Então vamos tomar o caminho de casa. Uma parada defronte ao hospital onde a cegonha nos entregou Clebinho e André. Bianca foi nascer em JF.
Já na estrada Lafaiete-Viçosa.
Passamos por Itaverava e agora em Piranga. Chegando em casa recebi um zap do primo Héber dando conta que meus antepassados, pelo lado de minha mãe, "Souza Lima", chegaram no Brasil via Itaverava.
Piranga é uma cidade histórica. O arraial foi fundado em 1704 e nessa região havia mineração de ouro.
Já quase 18 horas no trevo de Coimbra, em direção a Ervália.
Hoje deveria ser uma segunda de descanso. Mas temos de ir a Muriaé para resolver a questão do celular que sumiu.