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sexta-feira, 25 de julho de 2014

SESC CULTURA


Consagrado escritor gaúcho Luis Fernando Veríssimo é o próximo convidado do SESC  LITERATURA . O projeto será em Juiz de Fora, dia 30 de julho, às 20h. 

Na ocasião, ele terá seus textos lidos pela atriz Arlete Salles. A entrada é gratuita, não perca!

Recebido da Professora Miriane Sigiliano Frossard-Turismo UFJF

CANCELADA A FESTA JULHINA

Havia uma forte mobilização para uma boa festa. Mas foi preciso cancelá-la, por um bom motivo. A chuva.
A gente torcia para que ela chegasse e nada disso acontecia. Hoje ela caiu, e com isso os deslocamentos ficaram difíceis, em todos os sentidos do distrito. A direção das escola não tiveram outra saída.
Nós já havíamos tirado essas fotos, para exaltar a chegada da chuva. Assim a matéria passa a ter dupla função: dar uma notícia ruim, o cancelamento da festa, e uma boa. Já há muito a gente queria ver essas cenas por aqui. Nossos pastos estão secos.

Olha o entorno como está carregado.
Nuvens carregadas para todos os lados.

A escassez de chuvas está trazendo sérios transtornos esse ano. Diversas cidades, principalmente em São Paulo, estão ficando sem água. O custo da energia elétrica vai subir muito, pelo baixo nível das usinas hidroelétricas, o que traz sérios problemas para a produção industrial e aumento da inflação.
Dessa forma, quando a chuva cai, a gente tem mesmo é que comemorar. Além disso, precisamos rever os nossos métodos de consumo de água, de forma muito drástica. Usar um copo individual para beber água por várias vezes ao dia, sem lavá-lo. Passar um papel num prato semi-limpo e guardá-lo sem usar água, não lavar calçadas sem uso de vassouras, fechar torneiras na hora de escovar os dentes e de se ensaboar... Cada um precisa ver o que pode ser feito. Vários países já fazem isso. No Brasil a gente é muito gastador de água, como se ela nunca fosse acabar.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

A SELEÇÃO NÃO CONSEGUIU A COPA. O GALO GANHOU A RECOPA

O início era de muita confiança, embora time argentino é sempre uma pedreira.
Um gol de Tardelli logo no início, deu uma tranquilidade, mas por apenas 1 minuto. Os caras logo empataram e depois fizeram 2 X 1. O Atlético empatou e empate garantiria o título.

Mas faltando 1 minuto pra acabar novamente o Lanus vira o jogo. Vamos pra prorrogação.... Que enorme pedreira. 

Como canta o Bocecha "... porque que tem de ser assim..." decisão para o Atlético é sinônimo de tensão. Foi assim na Libertadores de 2013 e agora na Recopa

Haja coração. Susto em cima de susto. Mas o Galo chegou no empate com Luan depois fez mais um, conquistando uma vitória de forma emocionante na prorrogação. Nem precisava. O empate de 3 x 3 já nos dava o título.

Vamos levantar a taça com o Galo Forte Vingador. A Copa do Mundo está vingada.
R-10 não está bem. Novamente foi substituído. Será que fica no Atlético?
O maior goleiro do Brasil... VÍCTOR!!!
Ele voltou com toda a sua categoria. RÉVER!
É só levantar a taça.
De repente precisávamos mesmo da prorrogação. Com isso o jogo começou no dia 23 e terminou somente no dia 24 de julho. Ora! Foi exatamente no dia 24 de julho de 2013 que conquistamos a Libertadores.

O que faltou na seleção sobrou no Atlético. Muita garra.

GALO!!!!!!!!

E agora? Quase 2 horas e como é que se dorme? Cada repetição dos gols na Itatiaia é nova emoção.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

UM DIA DE CAVALGADAS EMBELISARIO

O Dia dos Avós está chegando e hoje já recebemos da netinha Luisa um cartãozinho alusivo à data.
E foi um dia especial. Ela e Leo estão pedindo para montar um cavalo desde que aqui chegaram. Nei Costa me ofereceu um animal quase que selvagem; o perigoso "Saci", um burro novo, de apenas 30 anos. Mas isso é risco para as crianças, a não ser que um cavaleiro experiente amanse essa fera indomável. Propus-me a esse desafio.

Espora daqui, chicote dali, pinotes... mas logo o bicho sossegou. Na passagem  Janir me pede algumas orientações sobre montaria. 
Tá dominado.
Já dá pra Léo montá-lo.
Quem veio trazer o animal foi o amigo Altamiro.
Ele é amigo da família de longas datas. Quando os pais de Mirian se casaram, aqui em Belisário, Altamiro era garoto e foi contratado como "mandarete", aquele moleque que fica à disposição para mandados. Uma compra aqui, pegar uma galinha ali... Ele lembra do casamento em seus mínimos detalhes.
Com ele veio Daltinho. Não vale nada... 

... mas é um ótimo garoto.
Agora Luisa quer montar.
Daltinho é apaixonado por cavalo e monta muito bem. Prestativo, ele ajuda nisso. No primeiro momento a gente fica meio receoso. 
Lindíssima essa amazona. Vou postar várias fotos.
Uma tentativa de Altamiro montar junto com Leo.
Mas ele está mais preocupado é com o carro de Altamiro. O moleque é tarado por carros e motos.
A sensibilidade feminina é evidente. Lu fica com peninha do burro, pelas duas pessoas montadas nele.
Satisfeitos? Ainda não. "Vô, não dá para andar de charrete?"
Vamos lá, Cowboy, negociar isso com Zé Paulino, o proprietário.
Claro que pode. Aqui ninguém recusa esse tipo de pedido.
Tchau, vó! Vá fotografando a gente.
Até pra guiar charrete tem de ter estilo.
Acho que Leo já pode ir sozinho.
Vá, filho, com cuidado. Não corra.
Vidinha ruim desses garotos EMBELISARIO.

CALÇADÃO DA COPA



Homenageando a Seleção Alemã e seu tetracampeonato no Brasil, 2014, o Grupo de Artesãos de Belisário estará reunindo no próximo domingo a criançada para um foguetório, refrigerante com pipoca, inaugurando o seu Calçadão da Copa. 

Trata-se de vários desenhos pintados com tinta de piso, retratando a história da Copa do Mundo de Futebol realizada este ano no Brasil. O trabalho foi feito pelos seguintes artesãos: Alexon Lima, Gustavo Assis, Dilene Costa, Diones Coelho e Nina Campos.

Em poster exibido ali, o GAB estará também prestando homenagem aos alemães e descendentes que residiram ou ainda residem em Belisário. Em uma faixa, o GAB saúda a seleção tetracampeã e o Brasil pelo sucesso na realização de uma Festa tão grandiosa e que merece ser lembrada por muitas gerações.
Colaborando para a prática do esporte em Belisário, várias bolas de futebol e de futsal serão sorteadas entre as crianças e adolescentes presentes.



Matéria de Nina Campos

QUE COISA!

Recebi da amiga Solange Kasai, do Rio de Janeiro.
  
Eu não sei quem é o autor dessa “coisa” mas que é legal é!!! Que "coisa" bem bolada!!!

"A palavra "coisa" é um bombril do idioma. Tem mil e uma utilidades. É aquele tipo de termo-muleta ao qual a gente recorre sempre que nos faltam palavras para exprimir uma ideia.  "Coisas" do português.
Gramaticalmente, "coisa" pode ser substantivo, adjetivo, advérbio. Também pode  ser verbo: o Houaiss registra a forma "coisificar". E no Nordeste há "coisar": Ô, seu "coisinha", você já "coisou" aquela coisa que eu mandei você "coisar"?
Na Paraíba e em Pernambuco, "coisa" também é cigarro de maconha. Em Olinda, o bloco carnavalesco Segura a Coisa tem um baseado como símbolo em seu estandarte. Alceu Valença canta: Segura a "coisa" com muito  cuidado / Que eu chego já."
Já em Minas Gerais , todas as coisas são chamadas de trem. (menos o trem, que lá é chamado de "coisa"). A mãe está com a filha na estação, o trem se aproxima e ela diz: "Minha filha, pega os trem que lá vem a "coisa"!.
E, no Rio de Janeiro?   Olha que "coisa" mais linda, mais cheia de graça...  A garota de Ipanema era coisa de fechar o trânsito! Mas se ela voltar, se ela olhar, que "coisa" linda, que "coisa" louca. Coisas de Jobim e de Vinicius, que sabiam das coisas.
Coisa não tem sexo: pode ser masculino ou feminino.
Coisa-ruim é o capeta. Coisa boa é a Juliana Paes. Nunca vi coisa assim! Coisa também não tem tamanho. Na boca dos exagerados, "coisa nenhuma" vira um monte de coisas... 
Mas a "coisa" tem história mesmo é na MPB. No II Festival da Música Popular Brasileira, em 1966, a coisa estava na letra das duas vencedoras: Disparada, de Geraldo Vandré: Prepare seu coração pras "coisas" que eu vou contar..., e A Banda, de Chico Buarque: pra ver a banda passar, cantando "coisas" de amor...
Naquele ano do festival, no entanto, a coisa tava preta (ou melhor, verde-oliva). E a turma da Jovem Guarda não tava nem aí com as coisas: "coisa" linda, "coisa" que eu adoro!
Para Maria Bethânia, o diminutivo de coisa é uma questão de quantidade, afinal, são tantas "coisinhas" miúdas. E esse papo já tá qualquer "coisa". Já qualquer "coisa" doida dentro mexe... Essa coisa doida é um trecho da música "Qualquer Coisa", de Caetano, que também canta: alguma "coisa" está fora da ordem! e o famoso hino a São Paulo: "alguma coisa acontece no meu coração"!
Por essas e por outras, é preciso colocar cada coisa no devido lugar. Uma coisa de cada vez, é claro, afinal, uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa. E tal e coisa, e coisa e tal.
Um cara cheio de coisas é o indivíduo chato, pleno de não-me-toques. Já um cara cheio das coisas, vive dando risada. Gente fina é outra coisa. Para o pobre, a coisa está sempre feia: o salário-mínimo não dá pra coisa nenhuma.
 A coisa pública não funciona no Brasil. Político, quando está na oposição, é uma coisa, mas, quando assume o poder, a coisa muda de figura. Quando elege seu candidato de confiança, o eleitor pensa: Agora a "coisa" vai... Coisa nenhuma! A coisa fica na mesma. 
Uma coisa é falar; outra é fazer. Coisa feia! O eleitor já está cheio dessas coisas!
 Se as pessoas foram feitas para serem amadas e as coisas, para serem usadas, por que então nós amamos tanto as coisas e usamos tanto as pessoas? Bote uma coisa na cabeça: as melhores coisas da vida não são coisas.
Há coisas que o dinheiro não compra: paz, saúde, alegria e outras cositas más. Mas, deixemos de "coisa", cuidemos da vida, senão chega a morte, ou "coisa" parecida... Por isso, faça a coisa certa e não esqueça o grande mandamento:
"AMARÁS A DEUS SOBRE TODAS AS "COISAS".


 Entendeu o espírito da coisa?"